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Editoração e Gravação das Canções

Foto de Marcia Guimarães
Foto de Jose Eduardo

A presença de Glauco Velásquez em minha vida é antiga. Remonta ao tempo em que eu, estudante de piano, ouvi as primeiras opiniões contraditórias sobre a originalidade de suas composições. Busquei a História para dissipar minhas dúvidas, mas ela não me auxiliou. Além de dedicar-lhe algumas linhas ínfimas, a maioria de nossos livros sobre música nacional repetia a visão de que Velásquez criara uma obra pretensamente vanguardista, ao reproduzir um estilo "afrancesado" da época. No entanto, a realidade contradizia isso. As peças para piano, gravadas por Clara Sverner, mostravam um criador forte e original. Por outro lado, as referências de alguns de seus contemporâneos afirmavam que nele estava a esperança de renovação da música erudita brasileira. Havia também citações elogiosas da musicologia estrangeira sobre sua obra, além de ênfase no conjunto de músicas para voz solo, música de câmara e coro.

 

Simultaneamente, sua morte precoce, aos trinta anos, seu nascimento envolto em mistério e logo seguido de orfandade, impediam que eu o esquecesse, ao contrário do que ocorreu com a memória nacional após o advento do Modernismo no Brasil em 1922. Desse modo, convivi com um chamado interno para desfazer essa negligência. Respondi a esse chamado quando escolhi o tema de meu mestrado em Música. Fiz isso concentrando-me na preparação e performance da canção erudita, a partir da melodia "Alma Minha Gentil" de Velásquez. Assim, iniciei uma jornada dupla: escrever minha tese de dissertação, apresentada em 2006, e ampliar o conhecimento do grande público sobre o cancioneiro do compositor, divulgando sua obra.

 

Tive o prazer de executar essas canções com alguns intérpretes aos quais expresso minha gratidão. São eles, Marcos Thadeu de Miranda Gomes, tenor; Martha Herr, soprano, in memorian; Francisco Meira, barítono; Fábio Miguel, tenor, in memorian e Eduardo Janho-Abumrad, baixo. Todo este trabalho teria sido impossível de se realizar sem aliados valorosos, como os funcionários da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e da Biblioteca Alberto Nepomuceno da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde pude reunir cópias de todos os manuscritos de Glauco Velásquez disponíveis nas duas instituições, para fins de estudo, digitalização e recitais. A todos eles, meu reconhecimento e agradecimento constantes.

A jornada começou com a soprano Marcia Guimarães, que, com sua crítica meticulosa e disciplina, estabeleceu o contato com a extinta Algol Editora. Ela contou com o generoso apoio do Sr. Heraldo Marin, que disponibilizou toda sua estrutura editorial para o projeto de editoração dos manuscritos. Contamos com a contribuição do digitalizador Lucas Marin inicialmente e, posteriormente, com Maria Clara Peinado, aluna do IA/UNESP/SP na época. Minhas imensas gratidões e carinho a ambos por nos acompanharem nas dificuldades das muitas revisões musicais.

Em 2022, para completar o projeto, a soprano Marcia Aparecida Baldin Guimarães e a pianista Marcia Fiorilli Gusson Roscito realizaram uma gravação primorosa das canções, disponibilizadas neste site. A elas, meu eterno agradecimento! Hoje, compartilhamos a satisfação de termos aberto para a posteridade o acesso ao legado de um compositor tão original na cultura musical brasileira, com uma história de vida singular.

José Eduardo Oliva Silveira Campos

Foi amor à primeira vista desde o momento em que José Eduardo, Edu, me mostrou a beleza das canções de Glauco Velásquez. Nós ensaiamos e apresentamos suas canções e precisávamos realizar algo para tirá-las do esquecimento. Foi longo o caminho para finalmente disponibilizarmos através deste site a editoração das partituras e a gravação das canções e da única ária de ópera do compositor. 

A Edu, meu eterno agradecimento por me apresentar o compositor através de sua dissertação de mestrado e, posteriormente, ao nosso encontro que se transformou em grande amizade e idealização do projeto, viagens ao Rio de Janeiro e Paquetá, muitas revisões dos manuscritos e apresentações musicais concomitantes.

Expresso minha gratidão e carinho especial ao meu inspirador amigo Heraldo Marin, que sempre apoiou as artes, principalmente a música e os artistas. Foi através da sua editora, Algol Editora, que tivemos o acolhimento para iniciarmos este projeto. Além disso, tive a honra de fazer parte de alguns trabalhos de excelência realizados pela editora até o seu encerramento. Meus sinceros agradecimentos ao meu amigo!

 

Também agradeço imensamente a pianista e amiga Márcia Fiorilli Gusson Roscito que nos presenteou com sua sensibilidade, musicalidade e determinação para o projeto de gravação das canções. Imediatamente nos mesclamos na música de Glauco, que já o temos intimamente, e dessa amálgama saiu o resultado que esperamos que apreciem.

A mim me parece extremamente injusto que compositores como Glauco Velásquez e Henrique Oswald, para citar, que não aderiram aos ideais estéticos de cunho nacionalista sejam esquecidos no atual cenário musical brasileiro.

 

“Glauco Velásquez não aceitava passivamente a imposição das normas tradicionais de composição, desejando sempre alargar seu universo sonoro.” (NEVES, 1981, p. 23). Neves também reforçou que sua música se caracterizava pelo abandono de moldes clássicos, prolongamento de ideias do romantismo, repulsa pela música programática e o cultivo de sua linguagem própria, que era forte e original.

Sou imensamente grata a todos que conosco contribuíram para a realização da editoração, da gravação e do site para a divulgação das canções, o que a Sociedade Glauco Velásquez (1915-1917) iniciou logo após sua morte e não pode levar avante e, principalmente, desejo agraciar o próprio compositor que, segundo Luciano Gallet, pediu a todos que continuassem sua música, que não a deixassem morrer. 

Marcia Aparecida Baldin Guimarães

 

Bibliografia

Referencial Teórico

O trabalho de pesquisa foi desenvolvido com a análise de catálogos existentes sobre a produção da música vocal de Glauco Velásquez:

Acervo da Fundação Biblioteca Nacional - Brasil - Divisão de Música e Arquivo Sonoro (Dimas BN).

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Referencial Musicográfico

Cópias dos manuscritos:

VELÁSQUEZ, Glauco (1984-1914). Não sabes? Poeta: António Pinheiro Caldas (1824-1877). 1904. Canto e piano.

              A casa do coração. Poeta: Friedrich Rückert (1788-1866). Tradução: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1905. Canto e piano.

              Vita. Poeta: S. B. Lan. Poeta não encontrado. 1905. Canto e piano.

              Anália (Romance). Poeta: José Elói Ottoni (1764-1851). 1905. Canto e piano.

              Borboleta. Versos: Adelina Alambary Luz. Pseudônimo: Aly ([18--]-1938). 1905. Canto e piano.

              Ouvir estrelas. Poeta: Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac (1865-1918). 1905. Canto e piano.

              Segredo. Poeta desconhecido. 1905. Canto e piano.

              Le livre de la vie. Poeta: Alphonse Marie Louis de Prat de Lamartine (1790-1869). 1905. Canto e piano.

              La feuille. Poeta: Antoine-Vincent Arnault (1766-1834). 1905. Canto e piano.

              Soledades. Poeta: Eusebio Blasco Soler (1844-1903). Tradutor desconhecido. 1905. Canto e piano.

              A Berenice. Poeta: João Cardoso de Meneses e Souza - Barão de Paranapiacaba (1827-1915). 1905. Canto e piano.

              Chanson d’amour. Poeta desconhecido. 1906. Canto e piano.

              Ici bas. Poeta: René Armand François Prudhomme - Sully Prudhomme. (1839-1907). 1906. Canto e piano.

              J’ai voulu. Poeta desconhecido. 1906. Canto e piano.

              Seus olhos. Poeta: Antônio Gonçalves Dias (1823-1864). 1906. Canto e piano.

              As Letras. Poeta: Luiz Nicolau Fagundes Varella (1841-1875). 1906. Canto e piano. 

              Mi si spezza la testa (Romanza). Poeta: Olindo Guerrini (1845-1916). Pseudônimos: Lorenzo Stecchetti e Argia Sbolenfi. 1906. Canto e piano. 

              A bela. Poeta: Luiz Guimarães Júnior (1847-1898). 1907. Canto e piano.

              Spes ultima Dea. Poeta: Olindo Guerrini (1845-1916). Pseudônimos: Lorenzo Stecchetti e Argia Sbolenfi. 1907. Canto e piano.

              Mal secreto. Poeta: Raimundo da Mota de Azevedo Correia (1859-1911). 1907. Canto e piano.

              Nell’aria della sera umida e molle. Poeta: Olindo Guerrini (1845-1916). Pseudônimos: Lorenzo Stecchetti e Argia Sbolenfi. 1908. Canto e piano.

              Un organetto suona per la via. Poeta: Olindo Guerrini (1845-1916). Pseudônimos: Lorenzo Stecchetti e Argia Sbolenfi. 1908. Canto e piano.

              L’amour naissant. Poeta: Paul Charles Joseph Bourget (1852-1935). 1910. Canto e piano.

              Mors amor. Poeta: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1910. Canto e piano.

              A fada negra. Poeta: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1910. Canto e piano.

              Amor vivo. Poeta: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1910. Canto e piano.

              Na capela. Poeta: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1910. Canto e piano.

              À Virgem Santíssima. Poeta: Antero Tarquínio de Quental (1842-1891). 1910. Canto e piano.

              Storia Breve. Poetisa: Ada Negri (1870-1945). 1912. Canto e piano.

              Un Desiderio. Poetisa: Giovanna Luca Marcozzi Milli -Giannina Milli (1825-1888). 1912. Canto e piano.

              Fatalitá. Poetisa: Ada Negri (1870-1945). 1912. Canto e piano.

              Alma Minha Gentil. Poeta: Luís Vaz de Camões (1524-1580). 1913. Canto e piano.

              Cantique de Soeur Béatrice. Dramaturgo: Maurice Polydore Marie Bernard Maeterlinck (1862-1949). 1913. Canto e piano.

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